A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (18), uma operação contra empresas clandestinas de segurança privada em Mato Grosso. Ao todo, devem ser cumpridos 14 mandados judiciais, entre prisões e busca e apreensão, em três municípios. Os alvos da Operação Periculum não foram divulgados.
As ordens judiciais para o cumprimentos dos mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Rondônia.
Os mandados são cumpridos em Araputanga, Pontes e Lacerda e Várzea Grande. Ao todo, são sete mandados de busca e apreensão, três de prisão temporária e quatro de suspensão de atividade das empresas.
Durante as investigações, a PF identificou um grupo criminoso que utilizava o nome de uma empresa de segurança privada de São Paulo, se passando por representantes da empresa com documentos fraudados.
As empresas trabalharam na segurança privada de diversos eventos em Vilhena, Rondônia.
A situação, segundo a PF, põe em riso “a integridade física e patrimonial dos contratantes e do público em geral, visto que os profissionais contratados não possuem nenhum tipo de treinamento”.
Os alvos da operação serão ouvidos e encaminhados para presídios e devem responder pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento particular e uso de documento falso.

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Ex-governador Pedro Taques apresentou uma Ação Popular que, se acolhida pela Justiça, pode levar os envolvidos a ressarcirem os cofres públicos, incluindo Mauro Mendes.
O serviço será ofertado todas as quartas-feiras, no período vespertino, com início dos atendimentos a partir das 13h.
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